terça-feira, 7 de outubro de 2008

CULTOS


1ª Semana Pentecostal
Com o tema: O vento sopra onde quer (João 3:8), foi aberto a 1ª Semana Pentecostal da IDBGP, sob a direção do presidente de Missões, irmão J. Júnior. Foi o céu na terra, pois não conseguiríamos encontrar palavras para expressar o que Deus fez na primeira noite. Pessoas sendo batizadas com o Espírito Santo de Deus, outras sendo renovadas, outras sendo curadas. O preletor da noite foi o irmão Ary Júnior que foi usado poderosamente. Deus falou com a Igreja. Obrigado Senhor!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

CHARGE


CULTOS

1° Culto de Santa Ceia
No último dia 12, o reverendo Roberto Silva se fez presente na IDBGP para realizar o 1° Culto de Santa Ceia da Igreja. O evangelista César foi o preletor da noite. Além da nossa pastora, a evangelista Rozelange, quem marcou presença também foi o diácono Iran que pastoreia a Igreja do Parque Potira. A Igreja viveu um momento de grande emoção com a solenidade. Na oportunidade foram oficializados os Departamentos de Jovens (diácono Kelton Teixeira), Senhores (diácono Márcio Rodrigues) e de Missões (irmão J. Júnior como presidente e irmã Herbênia como secretária), além da Secretaria da Igreja (diaconisa Nívea de Lara). Louvado seja Deus por tudo que Ele tem feito em meio ao Seu povo!

Escravo, eu?
Irmão Justino Alves Martins Júnior
PRESIDENTE DE MISSÕES DA IDBGP
Romanos 1.1
A prática da escravidão era considerada normal no mundo antigo. Principalmente no Oriente Médio. As palavras que os escritores bíblicos, freqüentemente usam são: no hebraico "Ebed"; termo que aparece aproximadamente 750 vezes, desde Genesis 9.25 até Malaquias 4.4. No grego "Doulos", vocábulo que aparece 121 vezes, desde Mateus 8.9 até Apocalipse 22.6.Quando Paulo usa este termo soa ofensivo e depreciativo aos ouvidos do homem pós-moderno acostumado a presenciar através da mídia televisiva, regimes ditatoriais, onde um monarca déspota oprime o povo. Mas Paulo se auto denominava escravo (Doulos) no original encontramos "Paolo Doulos Kyrios Iesous Kristós". Queremos fazer uma exegeses, para conhecermos nosso privilégio de sermos servo do Senhor. Em primeiro lugar, quando Paulo fala de ser escravo de Cristo ele dizia que tinha sido comprado por Cristo. Que ele era propriedade de Jesus. Era costume vetero testamentário a compra e a venda de pessoas como escravas. Havia uma lei humanitária que um cativo de guerra podia ser feito escravo (Números 31.7-35; Deuteronômio 20.10-18; 2 Crônicas 28.8-15) sendo esta prática considerada humanitária porque evitava a morte do povo derrotado por parte do povo vitorioso. O Antigo Testamento estipulava o preço em 40 siclos, preço médio por um escravo. (2 Macabeus 8.11). Aqui aprendemos que éramos escravos do pecado, viviamos para satisfazermos os desejos pecaminosos da carne. Mas fomos comprados por bom preço, não por prata ou ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo derramado na cruz do calvário para remisssão dos nossos pecados. Este é o nosso maior privilégio. Não somos mais nosso, somos do Senhor! Em segundo lugar, Paulo nos ensina que nós temos um dono, não vivemos para nós, temos um dono, um proprietário que devemos agradar. Que maravilha é ter o Senhor como nosso dono! Ele não é um ditador ou déspota, mas a Bíblia diz que ele é benigno, misericordioso, bom, cheio de amor, que é tardio em irar-se, complacente, paciente, santo e justo. O Senhor não é como os patrões no mundo capitalista, pelo contrário, Ele mesmo se fez servo para ser apto como sumo sarcedote à interceder pelo seu povo. O Novo Testamento traz a lume um escravo fujão por nome Onésimo que abandonou seu dono Filemom por maus tratos. Paulo o exorta a voltar (Filemom 10.16). O Senhor não é assim. Nunca o deixaremos por maus tratos. Terceiro lugar, aprendemos que todo escravo na Bíblia era marcado para identificar a que proprietário pertencia o escravo. O método variava entre as nações antigas. Desde a marca do nome do proprietário no escravo até a forma do corte do cabelo. Na Babilônia, por exemplo, era costume fazer o escravo usar pulseiras no pulso, no tornozelo ou mesmo no pescoço. Entre os israelitas, o escravo tinha uma das orelhas furadas com a ajuda de uma sovela (Êxodo 21.6; Deuteronômio 15.17). Temos a nossa marca, não exterior, mas no coração. Não vivemos para nós. O escravo vive para o seu Senhor! Concluímos dizendo às pessoas que ainda não possuem Cristo como seu Senhor, que se decidam por Cristo. Porque é melhor ser escravo de Cristo do que de satanás. Às pessoas que já tem Cristo e freqüentam uma igreja evangélica, se alegrem por ter Jesus como seu Senhor. Por fim, você que esta afastado dos caminhos do Senhor, volte para ele. Pois o que foi que o Senhor fez?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008



Passeio ao Eco Point
Irmãos, a paz do Senhor, honra e glória ao Seu nome. A IDBGP, pastoreada pela evangelista Rozelange, juntamente com a IDB do Parque Genibaú, que tem a frente o diácono Flávio, viveram um grande momento de confraternização no Eco Point. Foi um passeio maravilhoso. O lugar é lindo. Por isso, a palavra de Deus testifica que o Senhor criou todas as coisas e viu que tudo que criou era bom. Deus seja louvado pela união do nosso ministério!

terça-feira, 9 de setembro de 2008



2º Culto de Louvor e Adoração
A paz do Senhor amados, estamos publicando as fotos do 2º Culto de Louvor e Adoração. Foi uma bênção!A palavra do Senhor declara em Apocalipse 3:7: "Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre". Por isso, nosso coração se alegra, porque até aqui nos ajudou o Senhor. Honra e glória sejam dadas ao Grande Eu Sou. Deus é fiel!

O amor à Luz das Escrituras
Evangelista Rozelange
1 Coríntios 13:1-13
AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. E, ainda que distribuísse toda a minha fortuna, para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. A caridade é sofredora; é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade; não se ensoberbece; Não se porta com indecência; não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade nunca falha, mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque, agora, vemos por espelho, em enigma, mas, então, veremos face a face; agora conheço em parte, mas, então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade.

O apóstolo Paulo neste capítulo enfatiza que o dom do amor é o mais excelente de todos os dons. Muitos dentro de nossas Igrejas buscam constantemente, incansalvemente, um dom mas, raramente vemos "um" buscando, pedindo o dom do amor.
Sabe, o amor que o apóstolo Paulo fala, é um amor sacrifical é um amor divino e cristão. Derramado pelo Espírito Santo na vida do Cristão naquele que busca uma verdadeira comunhão com o Senhor. É um amor que não aceita nem a generosidade, nem o sofrimento se realmente não for por amor.
O amor é paciente, sabe esperar, é benigno, não arde em ciúmes porque aquele que ama, ama sem esperar nada em troca. Não busca seus próprios interesses. O amor vence até o sofrimento porque ele é maior do que qualquer sentimento.
Acredita, espera, suporta... O amor nunca acaba, dura para sempre. O amor, que é o maior de todos os dons, gera, produz, a fé e a esperança. Nunca desista, acredite!
Deus é amor.